quinta-feira, 19 de julho de 2018

👍Caderno de parlendas: leitura, reescrita e desenho

Caderno com diversas parlendas para ler, fazer a reescrita, desenhar e se divertir...

Parlendas são versos infantis ritimados e repetitivos, normalmente breves e com rimas. São versos simples, divertidos e de fácil memorização. São criações anônimas que fazem parte do folclore brasileiro e passam de geração para geração, transmitindo a cultura oral popular.
O significado da palavra PARLENDA é “falar muito” e possui origem no latim, vindo do verbo parlare que significa “falar”.
Características das Parlendas:
- Presença de rimas;
- Presença de humor;
- Texto curto;
- Pode apresentar uma história incompleta (com início, mas sem meio e fim);
- Possui versos e estrofes.

Espero que a publicação seja útil e auxilie a sua prática pedagógica. Gratidão pela visita e volte sempre! 🙂
























PARA BAIXAR   CLIQUE AQUI

Clique nos links abaixo e siga Educação e Transformação nas redes sociais:
Facebook

👍A importância da pausa


A IMPORTÂNCIA DA PAUSA 

Os carros em movimento, as aves, as pessoas andando, os corações pulsando e, de repente, tudo isso para.
Você já parou para pensar nas pausas que a vida dá? Por que será que tudo um dia para?
O simples fato de parar é algo imprescindível, todo mundo precisa de uma pausa para descansar, para refletir ou até mesmo para morrer; porque se ninguém morresse, não haveria lugar suficiente na Terra para abrigar todas as pessoas.
Vivemos num mundo onde todos vivem correndo, quase não têm tempo para respirar; por isso, muitas vezes, ninguém tem a “pausa” necessária para resolver qualquer problema, sobrecarregando tanto o corpo quanto a mente.
É preciso saber a importância de “parar” em nossa vida, pois nessa correria do nosso dia a dia, deixamos “passar em branco” momentos que seriam inesquecíveis, se tivéssemos parado para aproveitá-los.

Texto lindo e delicado da minha aluninha Jamilly Samantha, do 9º ANO A, como exercício na Oficina de Texto, onde se discutiu a respeito das PAUSAS necessárias da vida, como recesso escolar etc.

Lídia Vasconcelos

terça-feira, 17 de julho de 2018

👍Labirinto dos números

Atividade que consiste em percorrer o percurso de 1 até 100 em ordem crescente...










segunda-feira, 16 de julho de 2018

👍Caderno: subtração

Caderno de atividades envolvendo a operação matemática de subtração...

Espero que a publicação seja útil e auxilie a sua prática pedagógica. Gratidão pela visita e volte sempre! 🙂






PARA BAIXAR  CLIQUE AQUI

Clique nos links abaixo e siga Educação e Transformação nas redes sociais:
Facebook

👍Cards: sílabas

Cards para o estudo das sílabas simples, na versão para colorir...

Espero que a publicação seja útil e auxilie a sua prática pedagógica. Gratidão pela visita e volte sempre! 🙂

























PARA BAIXAR  CLIQUE AQUI

Clique nos links abaixo e siga Educação e Transformação nas redes sociais:
Facebook
Instagram
Twitter

👍Letra cursiva - Fazer ou não fazer caligrafia?


SOBRE A LETRA CURSIVA....
VALE A LEITURA, PROFESSORAS!

Fazer ou não fazer caligrafia?

Este assunto tem trazido, há algum tempo, inquietação aos pais e professores, que se sentem confusos em como proceder mediante um estudante com uma letra feia, ilegível, prejudicando o entendimento em tarefas escolares e avaliações.

A caligrafia era usada no ensino tradicional, mas foi praticamente banida quando o construtivismo chegou às escolas, defendendo que é a criança que constrói o seu conhecimento e deve sentir-se livre para que se aproprie deste conhecimento.

Algo, no entanto, não ficou bem esclarecido inicialmente aos professores que adotaram esta teoria em sua prática, generalizando os procedimento sem critérios, e é neste aspecto que vou procurar esclarecer porque sou a favor da caligrafia, porém com uso criterioso.

A criança quando inicia o ano de alfabetização já deve ter se apropriado do alfabeto, que foi trabalhado no ano anterior, e estar escrevendo as letras em bastão. Normalmente a escrita com letra bastão ainda é irregular e não deve ser motivo de preocupação, pois nesta fase a criança ainda não tem coordenação motora fina bem estabelecida, devido à imaturidade, e é normal que a letra fique com dimensão espacial irregular. As letras cursivas só deverão ser inseridas no segundo semestre do primeiro ano, quando se espera que as crianças já tenham se apropriado do alfabeto, já possuam consciência dos fonemas, já façam a relação grafema-fonema e já se encontrem na fase silábico-alfabética, ou seja quase lendo, embora muitas já estejam lendo neste período. Neste momento não é indicado uso da caligrafia, pois é normal que a escrita das letras tenham dimensões grandes, e isto é absolutamente aceitável, não devendo sofrer nenhum tipo de tentativa de ajuste por parte dos pais e professores nesta fase inicial de apropriação.

Entretanto a professora já deve ensinar o movimento correto das letras, ou seja o vai e volta, mas para isto a criança já deve estar fazendo esta relação grafema-fonema, do contrário, se a criança estiver imatura ou ela vai prestar atenção na relação dos sons ou vai prestar atenção neste movimento, o que dificultará sua apropriação, podendo interferir no processo da lecto-escrita. É por isto que as letras cursivas não podem ser ensinadas aos quatro ou cinco anos de idade como já vi muitas escolas fazerem. O ensino precoce, quando a criança ainda não tem maturidade para esta aprendizagem, poderá gerar inquietação, rejeição, desatenção e quando estiver na fase de alfabetização estará tão desestimulada que seu processo de aprendizagem de leitura e escrita sofrerá interferências podendo levar a dificuldades ao longo do ensino fundamental, sendo confundido inclusive com dislexia (leitura) ou disgrafia (escrita).

Ao final do primeiro ano, espera-se que a criança esteja escrevendo a letra cursiva, que foi trabalhada desde o segundo semestre, com os movimentos corretos para que a escrita se torne ágil ao longo de sua vida acadêmica, entretanto sabemos que algumas crianças possuem um ritmo diferenciado, e é este outro aspecto que quero chamar atenção.

Devemos procurar identificar, o motivo pelo qual a criança não conseguiu se apropriar destes movimentos para a escrita cursiva. Existem diversos fatores que poderão interferir como: imaturidade cognitiva, desmotivação, problemas emocionais graves, imaturidade motora, dentre outros. Por que é importante identificar? Porque cada situação deverá ser trabalhada de maneira diferenciada, com profissional adequado a cada situação.

A imaturidade motora deverá ser trabalhada por um psicomotricista ou psicopedagogo que faça atividades com praxia manual e, a depender da gravidade, com Terapeuta Ocupacional. Para a imaturidade cognitiva a criança deverá ser submetida a estimulação que poderá ser com psicopedagogo. Já para os problemas emocionais e desmotivação o ideal é que receba ajuda de psicólogo especializado em crianças.

A caligrafia só deverá ser usada com as crianças que já passaram da fase de alfabetização, já entraram no segundo ano (antiga 1ª série), e ainda estão com a dimensão das letras muito irregulares, grandes demais, pois nesta fase já estarão realizando escrita no caderno e é necessário organização para seus estudos, do contrário ficará confuso e nem ele mesmo irá entender o que escreveu, prejudicando seu rendimento escolar.

Se a criança tiver recebido orientação na fase de alfabetização acerca dos movimentos das letras, a caligrafia só será usada para redimensionar estas letras, no entanto se ela não lembra deste movimentos é importante que isto também seja trabalhado.

Muitos recursos poderão ser usados para apreensão deste movimento, para que somente o uso da caligrafia não fique cansativo. A criança poderá ser convidade a realizar a escrita em caixa de areia, caixa com sal ou caixa com arroz, poderá realizar os movimento até na hora do banho no blindex passando sabão e escrevendo as letras, os adultos poderão escrever as letras cursivas em lixas de parede e pedir que a criança siga o movimento com os dedos depois faça o movimento na areia e depois na caligrafia. São muitas as possibilidades terapêuticas de reabilitação para a escrita de maneira lúdica e atraente.

É necessário alertar que existem distúrbios como a disgrafia, que é um distúrbio da escrita, que muitas vezes vem associado à dislexia, e que não é tão simples de ser tratado. A disgrafia não é só a letra feia, é também a dificuldade de lembrar-se da forma da letra, que dificulta inclusive a leitura e que muitas vezes vem junto com uma dispraxia, o que interfere na praxia motora ocasionando prejuízos na escrita.

Neste caso o trabalho deverá ser intenso, com psicopedagogo, psicomotricista, compreensão e colaboração da escola, e também de pais no sentido de evitar críticas e solicitações de apagar e fazer várias vezes, gerando angústia e baixa auto-estima na criança.

O que se espera com este trabalho não é que o aluno fique com uma letra perfeita, mas que a letra fique suficientemente legível nas suas atividades e avaliações, facilitando seus estudos e rendimento escolar.

Escrito por: Simaia Sampaio - psicopedagoga, neuropsicóloga e realiza avaliação e tratamento de dificuldades e distúrbios de aprendizagem.

👍Painel Capivara: Quantos somos?