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👍Senhor Lápis e as Vogais


{SENHOR LÁPIS E AS VOGAIS}

"Andava pela escola uma letrinha que sempre estava triste e sozinha. Ela se chamava “A”. Ficava no cantinho da sala quieta como sempre. O lápis já havia observado sua tristeza. Num certo dia, ele se aproximou da letra “A”
_ Por que você está sempre triste e sozinha? perguntou o lápis.
_ Porque não tenho amigos para brincar.
Lápis: _ Sendo assim , acho que posso ajudá-la. Sou um lápis e posso criar uma amiga para você.
_Verdade? disse “A”? A letrinha “A” estava radiante como uma estrela aguardando a criação do Sr. Lápis. _Veja! Esta é sua amiga, a letra “E”. _Que legal! Agora tenho uma amiguinha! Vamos brincar?
Disse a letra A.
_Sim! É claro!
Disse a letra E.
As letras A e E saíram saltitantes de alegria… De repente a letra E parou e disse:
_O Sr. Lápis podia criar mais amigos para nós, o que você acha?
_Acho ótimo, ter amigos é algo muito precioso.
Disse A.
Então as duas foram até o Sr. Lápis:
_Sr. Lápis, temos um pedido a fazer.
O lápis disse:
_ Não me digam que querem mais amigas?!
_Sim!!!!!
Responderam as letras.
_Isso é moleza para mim! disse o Sr. Lápis. As duas irradiando felicidade, aguardaram a criação do Sr. Lápis e, em poucos minutos, ele fez as letras I, O, U. Todas se abraçaram e alegres foram brincar e ainda disseram que nunca vão se separar. Esse grupo de amigos é chamado de VOGAIS."

Esse texto é  para introduzir as vogais. Pode fazer fantoches das letras vogais e contar a história  para as crianças.  Depois você  dá  atividades sobre as vogais . Pode complementar com o poema de Rubinho do Vale : As vogais. Escreve o poema junto com eles. Todos os dias na rodinha declama o poema.... você  conhece?

POEMA   AS VOGAIS
RUBINHO DO VALE

NO MEIO DO MAR TEM A
NO MEIO DO CÉU  TEM É
NO MEIO DO RIO TEM I
NO MEIO DO SOL TEM O
NO MEIO DA RUA TEM U
NO MEU CORAÇÃO
TEM AMOR PRA CHUCHU.

👍5 coisas que seu filho NUNCA irá esquecer sobre você quando eles crescerem

5 coisas que seu filho NUNCA

 irá esquecer sobre você 

quando eles crescerem


TEM COISAS QUE FICAM GRUDADAS NA MEMÓRIA DAS CRIANÇAS, MESMO QUE ELAS ACUMULEM MUITAS OUTRAS ENQUANTO CRESCEM...

Quando a família se reúne é quase impossível não relembrar de várias histórias da infância, cada um vai lembrando um acontecimento e a nostalgia e as risadas sempre se fazem presentes. E tem coisas que a gente não esquece mesmo como o dia em que a mãe perdeu o vô ou o nosso pai perdeu uma peça de teatro ou jogo de futebol ou o jeito como nossos pais se cumprimentavam quando chegavam em casa.


1. As experiências que você viveu com ele. Mais que coisas que você dá, são os momentos que permanecerão na memória do seu filho. Ou seja, não é do sorvete que você comprou que ele vai lembrar, e sim da conversa e das risadas que vocês deram enquanto estavam juntos.

2. A vez em que você largou o celular por ele. Não adianta falar que não é viciado, não: tá todo mundo na mesma página! Ou melhor, no mesmo app, o tempo todo conectados. E quando a gente consegue priorizar nossos filhos e não o celular, eles sentem. Sabem que está escutando e que se importa com o que ele está falando.
3. Seu apoio. Palavras positivas fazem TODA diferença! Um “estou orgulhosa de você”, “a família é muita melhor com você” ou um “você é um bom ouvinte”, são frases que parecem bobas, mas que são superimportantes para formar a personalidade do seu filho e algo que ele vai levar para a vida.
4. Como você lida com situações difíceis. Uma coisa é fato: seu filho presta atenção em TUDO o que você faz! E mais: ele se inspira em você. E vivemos em um mundo que faz com que as crianças se sintam vulneráveis e, infelizmente, eles vão ter que lidar em algum momento com doenças e perdas. É nesses momentos que ele vai lembrar do jeito como você lidou com a situação, como falou com ele sobre isso e como o fez se sentir.
5. As vezes que você não estava lá. Pode parecer uma coisa negativa, mas pode ser algo positivo também. Podem tanto se lembrar de quando você não estava e ele precisava quanto da vez em que ele foi dormir na casa de um amigo ou fez algo incrível na escola e mal podia esperar para chegar em casa e te contar.

👍Proclamação da República - 15 de novembro de 1889


Proclamação da República Brasileira aconteceu no dia 15 de novembro de 1889. Resultado de um levante político-militar que deu inicio à República Federativa Presidencialista. Fica marcada a figura de Marechal Deodoro da Fonseca como responsável pela efetiva proclamação e como primeiro Presidente da República brasileira em um governo provisório (1889-1891).
Marechal Deodoro da Fonseca foi herói na Guerra do Paraguai (1864-1870), comandando um dos Batalhões de Brigada Expedicionária. Sempre contrário ao movimento republicano e defensor da Monarquia como deixa claro em cartas trocadas com seu sobrinho Clodoaldo da Fonseca em 1888 afirmando que apesar de todos os seus problemas a Monarquia continuava sendo o “único sustentáculo” do país, e a república sendo proclamada constituiria uma “verdadeira desgraça” por não estarem, os brasileiros, preparados para ela.

A CRISE NO IMPÉRIO

O ultimo gabinete ministerial do Império, o “Gabinete Ouro Preto”, sob a chefia do Senador pelo Partido Liberal Visconde do Ouro Preto, assim que assume em junho de 1889 propõe um programa de governo com reformas profundas no centralismo do governo imperial. Pretendia dar feição mais representativa aos moldes de uma Monarquia Constitucional, contemplando aos republicanos com o fim da vitaliciedade do senado e adoção da liberdade de culto. Ouro Preto é acusado pela Câmara de estar dando inicio à República e se defende garantindo que seu programa inutilizaria a proposta da República. Recebe críticas de seus companheiros do Partido Liberal por não discutir o problema do Federalismo.
Os problemas no Império estavam em várias instâncias que davam base ao trono de Dom Pedro II:
  • A Igreja Católica: Descontentamento da Igreja Católica frente ao Padroado exercido por D. Pedro II que interferia em demasia nas decisões eclesiásticas.
  • O Exército: Descontentamento dos oficiais de baixo escalão do Exército Brasileiro pela determinação de D. Pedro II que os impedia de manifestar publicamente nos periódicos suas críticas à monarquia.
  • Os grandes proprietários: Após a Lei Áurea ascende entre os grandes fazendeiros um clamor pela República, conhecidos como Republicanos de 14 de maio, insatisfeitos pela decisão monárquica do fim da escravidão se voltam contra o regime. Os fazendeiros paulistas que já importavam mão de obra imigrante, também estão contrários à monarquia, pois buscam maior participação política e poder de decisão nas questões nacionais.
  • A classe média urbana: As classes urbanas em ascensão buscam maior participação política e encontram no sistema imperial um empecilho para alcançar maior liberdade de econômica e poder de decisão nas questões políticas.

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

A República Federativa Brasileira nasce pelas mãos dos militares que se veriam a partir de então como os defensores da Pátria brasileira. A República foi proclamada por um monarquista. Deodoro da Fonseca assim como parte dos militares que participaram da movimentação pelas ruas do Rio de Janeiro no dia 15 de Novembro pretendiam derrubar apenas o gabinete do Visconde de Ouro Preto. No entanto, levado ao ato da proclamação, mesmo doente, Deodoro age por acreditar que haveria represália do governo monárquico com sua prisão e de Benjamin Constant, devido à insurgência dos militares.
A população das camadas sociais mais humildes observam atônitos os dias posteriores ao golpe republicano. A República não favorecia em nada aos mais pobres e também não contou com a participação desses na ação efetiva. O Império, principalmente após a Abolição da Escravidão tem entre essas camadas uma simpatia e mesmo uma gratidão pela libertação. Há então um empenho das classes ativamente participativas da República recém-fundada para apagar os vestígios da monarquia no Brasil, construir heróis republicanos e símbolos que garantissem que a sociedade brasileira se identificasse com o novo modelo Republicano Federalista.

A MAÇONARIA E O POSITIVISMO

O Governo Republicano Provisório foi ocupado por Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente, Marechal Floriano Peixoto como vice-presidente e como ministros: Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos os presentes na nata gestora da República eram membros regulares da Maçonaria Brasileira. A Maçonaria e os maçons permanecem presentes entre as lideranças brasileiras desde a Independência, aliados aos ideais da Filosofia Positivista, unem-se na formação do Estado Republicano, principalmente no que tange o Direito.
A filosofia Positivista de Auguste Comte esteve presente principalmente na construção dos símbolos da República. Desde a produção da Bandeira Republicana com sua frase que transborda a essência da filosofia Comteana “Ordem e Progresso”, ou no uso dos símbolos como um aparato religioso à religião republicana. Positivistas Ortodoxos como Miguel Lemos e Teixeira Mendes foram os principais ativistas, usando das alegorias femininas e o mito do herói para fortalecer entre toda a população a crença e o amor pela República. Esses Positivistas Ortodoxos acreditavam tão plenamente em sua missão política de fortalecimento da República que apesar de ridicularizados por seus opositores não esmorecem e seguem fortalecendo o imaginário republicano com seus símbolos, mitos e alegorias.
A nova organização brasileira pouco ou nada muda nas formas de controle social, nem mesmo há mudanças na pirâmide econômica, onde se agrupam na base o motor da economia, e onde estão presentes os extratos mais pobres da sociedade, constituída principalmente por ex-escravizados e seus descendentes. Já nas camadas mais altas dessa pirâmide econômica organizam-se oligarquias locais que assumem o poder da máquina pública gerenciando os projetos locais e nacionais sempre em prol do extrato social ao qual pertencem. Não há uma revolução, ou mesmo grandes mudanças com a Proclamação da República, o que há de imediato é a abertura da política aos homens enriquecidos, principalmente pela agricultura. Enquanto o poder da maquina pública no Império estava concentrado na figura do Imperador, que administrava de maneira centralizadora as decisões políticas, na República abre-se espaço de decisão para a classe enriquecida que carecia desse poder de decisão política.

***

Hino da Proclamação da República
A letra do Hino da Proclamação da República foi escrita por Medeiros de Albuquerque, e a música composta por Leopoldo Miguez.

Hino à Proclamação à República do Brasil
Seja um pálio de luz desdobrado.

Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora

Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Se é mister que de peitos valentes

Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Do Ipiranga é preciso que o brado

Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

***

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👍Dia da Bandeira do Brasil

A BANDEIRA NACIONAL

No dia 19 de Novembro comemoramos o Dia da Bandeira Nacional
bandeira do Brasil é formada por um retângulo verde, onde está inserido um losango amarelo, cujo centro possui um circulo azul com estrelas brancas (atualmente 27) e com uma faixa branca, que contém a frase: “Ordem e Progresso”.
A frase “Ordem e Progresso”: influência de Augusto Comte, filósofo francês fundador do positivismo.
As estrelas na Bandeira Nacional estão distribuídas conforme o céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889, no qual a Constelação do Cruzeiro do Sul, se apresentava verticalmente, em relação ao horizonte da cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, Raimundo Teixeira Mendes elaborou um desenho contrariando alguns aspectos da astronomia, priorizando a disposição estética das estrelas, e não a perfeição sideral.
A primeira versão da Bandeira era composta por 21 estrelas, que representavam os seguintes Estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba do Norte (Paraíba), Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Município da Corte.
Posteriormente, foram inseridas novas estrelas, através das modificações da Lei n° 5.443, de 28 de maio de 1968, que permite atualizações no número de estrelas na Bandeira sempre que ocorrer a criação ou a extinção de algum Estado. Nesse sentido, seis estrelas foram inseridas para representar os Estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins. Essas foram as únicas alterações na Bandeira do Brasil desde que ela foi adotada.
A Bandeira Nacional é um dos símbolos mais importantes do país, devendo ser hasteada em todos os órgãos públicos, escolas, secretarias de governo etc. Seu hasteamento deve ser feito pela manhã e a arriação no fim da tarde. A bandeira não pode ficar exposta durante a noite, a não ser que seja bastante iluminada.
Significado de cada estrela da bandeira do Brasil
A bandeira do Brasil foi implantada em 19 de novembro de 1889, a ideia da bandeira atual foi elaborada pelo professor Raimundo Teixeira Mendes que contou também com a participação do Dr. Miguel Lemos e o professor Manuel Pereira Reis e quem realizou a confecção do desenho foi o pintor Décio Vilares.
Quanto às estrelas dispostas na bandeira brasileira elas não são uniformes e cada uma possui um significado. Cada estrela presente na Bandeira representa um Estado brasileiro, além disso, todas possuem a mesma configuração, todas têm cinco pontas. Outro item que difere uma estrela da outra é quanto ao tamanho, existem cinco distintos.
A distribuição das estrelas na bandeira brasileira foi feita a partir das características do céu do Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 1889.
A estrela Spica se encontra acima da faixa que expressa “Ordem e Progresso” e representa o Estado do Pará, esse no ano de 1889 correspondia ao maior território acima do paralelo do Equador. O Distrito Federal é representado pela estrela do tipo sigma do Octante.

Hino à Bandeira Nacional
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

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👍A força do professor...


A Força do Professor

Um guerreiro sem espada
sem faca, foice ou facão
armado só de amor
segurando um giz na mão
o livro é seu escudo
que lhe protege de tudo
que possa lhe causar dor
por isso eu tenho dito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Ah... se um dia governantes
prestassem mais atenção
nos verdadeiros heróis 
que constroem a nação
ah... se fizessem justiça 
sem corpo mole ou preguiça
lhe dando o real valor 
eu daria um grande grito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Porém não sinta vergonha
não se sinta derrotado
se o nosso pais vai mal
você não é o culpado
Nas potências mundiais
são sempre heróis nacionais
e por aqui sem valor
mesmo triste e muito aflito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Um arquiteto de sonhos
Engenheiro do futuro 
Um motorista da vida
dirigindo no escuro
Um plantador de esperança
plantando em cada criança 
um adulto sonhador
e esse cordel foi escrito
por que ainda acredito
na força do professor.

Bráulio Bessa

👍Como surgiu o Dia do Professor


Como surgiu o Dia do Professor

No Brasil, 15 de outubro é Dia do Professor. A data relembra um decreto imperial de 1827, documento que criou o ensino público no país.

"O 15 de outubro faz alusão à criação das classes de primeiras letras no Brasil", afirma a historiadora Katia Abud, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Mas as comemorações só tiveram início no século 20.

Ficava na rua Augusta, 1520, em São Paulo, o Ginásio Caetano de Campos - apelidado de Caetaninho, já que desde 1894 existia a Escola Caetano de Campos, na época ainda no endereço da Praça da República. Ali, um grupo de professores teve a ideia de interromper o ano letivo com um dia de folga. E uma pequena comemoração, em que houvesse o reconhecimento pelo trabalho realizado.

Sugeriram o 15 de outubro, oportunamente equidistante dos períodos de férias escolares e significativamente importante para a educação no Brasil, por causa do decreto imperial de 1827.

Aos poucos, a ideia pegou. Outras escolas começaram a fazer o mesmo. Até que, em 14 de outubro de 1963, o então presidente João Goulart assinou o decreto nº 52.682 e criou o feriado escolar do Dia do Professor no Brasil.


Educação imperial


Mas, afinal, o que era essa tal lei de 1827?

"A lei foi uma tentativa de organizar a educação no Brasil", resume o historiador Diego Amaro de Almeida, pesquisador do Centro Salesiano de Pesquisas Regionais. "O imperador acaba propondo um projeto de educação que tinha em sua base a promoção do próprio Brasil. Entretanto, devido ao momento e às condições materiais do país, o cumprimento integral da lei foi algo complicado de ser resolvido."

Em 17 artigos, o imperador Dom Pedro I (1798-1834) mandou "criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império".

"Dom Pedro, por graça de Deus, e unânime aclamação dos povos, imperador constitucional e defensor perpétuo do Brasil", conforme relata o documento, decreto que "em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos haverão as escolas de primeiras letras que forem necessárias".

A lei apresentava alguns pontos bastante curiosos. O artigo terceiro, por exemplo, estipulava que os professores deveriam ter salários anuais de 200 mil-réis a 500 mil-réis.
"Com atenção às circunstâncias da população e carestia dos lugares", pontua o decreto.
"Eu realizei alguns cálculos, com a ajuda de um economista, para tentar ajustar este valor aos tempos atuais. E concluí que este intervalo de salários equivale, hoje, a um ordenado mensal de 1.400 reais a 3.500 mil reais", conta Martins. "Isto significa que, quase dois séculos depois, considerando o salário base da profissão, pouco avançamos nesse aspecto."
A variação da faixa salarial era justificada pelas condições econômicas de onde a escola estivesse situada. Conforme explica o escritor e historiador Paulo Rezzutti, biógrafo de figuras do período imperial do Brasil, quanto mais pobre fosse a localidade, mais próximo dos 200 mil-réis seria o ordenado anual; quanto mais rica, mais próximo dos 500 mil-réis.
"Mas tem uma outra questão que é interessante", aponta Rezzutti. "Pela Constituição Imperial, que instituiu o voto censitário, o professor podia votar. A Constituição de 1824 permitia a só quem tivesse renda líquida de 200 mil-réis por ano participar de um dos estágios das eleições brasileiras, que eram feitas de maneira indireta."
De acordo com o decreto, os professores "ensinarão a ler, escrever, as quatro operações de aritmética, a prática de quebrados, decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a gramática da língua nacional, e os princípios de moral cristã e da doutrina da religião católica apostólica romana" - na época, o Estado ainda não era laico, vale ressaltar.
O mesmo artigo também faz uma recomendação: "preferindo para as leituras a Constituição do Império e a História do Brasil".
Aqueles que quisessem se tornar professores precisavam passar por uma espécie de concurso público.
"Os que pretenderem ser providos nas cadeiras serão examinados", dizia o texto, que ressalta que só seriam admitidos para a carreira "os cidadãos brasileiros que estiverem no gozo de seus direitos civis e políticos, sem nota na regularidade de sua conduta".
"Anteriormente, muitos professores eram indicados ou promovidos por mero saber. Recebiam a função de professor da mesma maneira que um nobre recebia um título", afirma o historiador Almeida. "Pela nova lei, ele precisava ser avaliado para 'provar' competência."
O artigo décimo previa a possibilidade de uma gratificação anual a todos os professores com mais de 12 anos ininterruptos de magistério, desde que estes tivessem se "distinguido por sua prudência, desvelos, grande número e aproveitamento de discípulos".

Mulheres

A lei imperial previa a criação de "escolas de meninas". Mas apenas nas "cidades e vilas mais populosas, em que (...) julgarem necessário esse estabelecimento".
"O ensino de meninas ainda era uma novidade", aponta Almeida. "Muitos pais preferiam preceptoras quando se tratavam das meninas." Ele cita, por exemplo o caso do Visconde de Guaratinguetá que, em 1865, contratou uma francesa para ensinar sua filha em casa. "E, mesmo assim, a contragosto porque, para ele, 'instrução de meninas é o casamento'", cita o pesquisador.
Rezzutti lembra que, apesar de previstas em lei, acabaram sendo raríssimas as escolas para meninas. "Até porque, segundo o pensamento da época, meninas não raciocinavam tão bem quanto os meninos", explica. "Por isso, aliás, as operações matemáticas para elas não eram matéria obrigatória."
Dois artigos, o décimo-segundo e o décimo-terceiro, tratavam especificamente da mulher professora. Curiosamente, elas nunca são chamadas de professoras - mas, sim, de "mestras", termo que aparece apenas uma vez no masculino, em uma frase que se contrapõe às mestras.
O artigo décimo-segundo diz que cabia a elas o ensino quaisquer disciplinas estipuladas no artigo sexto, "com exclusão das noções de geometria e limitando a instrução da aritmética só as suas quatro operações". "Havia uma mentalidade, corroborada pelo próprio imperador, de que a matemática era um conhecimento restrito aos homens", conta Martins.
O texto também previa que elas ensinassem "as prendas que servem à economia doméstica". E fazia uma ressalva moral: as professoras precisavam, além de serem brasileiras, terem "reconhecida honestidade".
Claro que essa terminologia era um eufemismo. E queria ressaltar que as professoras não podiam ter vida promíscua - conforme os parâmetros de então. "Honestidade, no caso, era o comportamento moral", explica Almeida. "Durante muito tempo as mulheres, para serem admitidas na carreira, precisaram se sujeitar a muitas regras de conduta. Havia o entendimento que a profissão de professora era muito próxima da maternidade."
Se alguns desses pontos ferem qualquer princípio de direitos iguais independentemente de gênero, o item seguinte é um alento. Em pleno ano de 1827, a lei imperial cravava que "as mulheres vencerão os mesmos ordenados e gratificações concedidas aos mestres".
"Essa postura é interessantíssima", comenta Almeida. "Igualdade de condições com os homens."

Didática

O artigo quarto definia que o método adotado era o "ensino mútuo", também chamado de Lancaster. Criado pelo pedagogo e quaker inglês Joseph Lancaster (1778-1838), destacava-se por otimizar a transmissão do conhecimento, ao conseguir passar as aulas a um grande número de alunos, com poucos recursos, em pouco tempo, e com relativa qualidade.
Em texto publicado em 15 de outubro de 1927 na 'Revista do Ensino', edição comemorativa ao primeiro centenário da legislação, o professor Leopoldo Pereira descreve como era a "escola antiga", ou seja, este ensino do século 19.
"Antigamente, o mestre escola, de par com o vigário da freguesia, eram as mais respeitáveis personagens da aldeia. E como era então mais penoso o trabalho de ensinar e aprender! Não havia livros; o mestre tinha de fazer cartas para todos os discípulos. Depois do a-b-c, a carta de nomes, e depois a carta de fora. O mestre e os próprios menos obtinham dos negociantes cartas comerciais para leitura na escola; os próprios pais as forneciam, e quando faltavam, recorria-se aos cartórios, onde o mestre obtinha e às vezes comprava autos antigos, escritos ainda com pena de pato, que eram o terror da meninada. Eu mesmo ainda passei pelo suplício de decifrar as abreviaturas dos escrivães do tempo d'el rei", pontua.
A didática era baseada em repetição e memorização. E muita disciplina. E isto incluía as reprimendas, conforme dizia o artigo décimo-quinto da lei imperial: "os castigos serão praticados pelo método de Lancaster".
Sobre isso, professor Pereira também tratou na 'Revista do Ensino'.
"Não se compreendia então a escola sem o castigo corporal: a férula era para o mestre como o cetro para o rei ou o cajado para o pastor. Até nas aulas de latim e francês, que nossas principais cidades possuíam durante muitos anos, corria bem aceito o axioma que o latim, quando não entrava pelos olhos e ouvidos, devia entrar pelas unhas. Na escola primária a palmatória chamava-se santa luzia. Por que esse nome? Como se sabe, a crença popular venera Santa Luzia como advogada da vista, e nossos pais entendiam que a férula é que devia dar vista aos cegos", escreveu ele.
"Este método era o mais moderno da época para trabalhar com grande número de alunos em sala de aula. Ele permitia, por exemplo que alunos mais experientes fossem 'monitores', o que dava ao professor a possibilidade de ensinar turmas numerosas", explica o historiador Almeida.
Reprodução da capa da Revista do Ensino de outubro de 1927, que celebrou os 100 anos da lei de Dom Pedro I.
O historiador pontua que na Constituição de 1824 o método já é citado. Um dos seus defensores foi o influente jornalista e diplomata Hipólito José da Costa (1774-1823). "Vale ressaltar que este método representava, de alguma forma, o que de melhor existia na época", completa Almeida.
Para o pesquisador Martins, independentemente de qual fosse o método escolhido, a menção a um sistema didático na legislação deve ser ressaltada. "Porque, pela primeira vez, se coloca a necessidade de uma base nacional comum na educação básica", reconhece.

Depois da lei

Mas, apesar de um passo importante, a legislação não significou que, de uma hora para outra, o ensino se tornou universal no país. "A lei determinava que as províncias criassem as escolas. Algumas criaram, outras empurraram com a barriga", avalia o historiador Rezzutti.
"Na realidade, pouca coisa mudou", diz Almeida.
"A lei mostrava uma vontade do novo governo e não a realidade de fato. O que tínhamos ali era a condição legal para a realização de um projeto de educação. Porém não possuíamos recursos financeiros e materiais para que todas as demandas fossem solucionadas e as metas alcançadas. Além disso, o Brasil não contava com o preparo de profissionais para atuar na educação e mesmo com a previsão de formação para os mestres e mestras na lei, faltavam aqueles que poderiam trabalhar nesta formação. Ao mesmo tempo, só tinham condições de acesso à educação a elite, já que neste momento a população deveria se concentrar no trabalho para atender suas necessidades básicas. E até 13 de maio de 1888, os negros não tinham garantias nenhumas de acesso. E, nesse tempo, a maior população no Brasil eram os negros e os pobres. Sendo assim, somente uma pequena parte da população teria acesso", enumera o historiador.
Almeida lembra que, mesmo depois da nova legislação, muitas famílias ainda seguiam contratando preceptores para educar seus filhos.
"Falava-se em ensino público e gratuito mas, a rigor, ainda era muito excludente", confirma o pesquisador Martins. "Era um Estado imperial e centralizador. Não havia essa ideia que nós temos hoje de universalização do ensino, esta concepção de Estado social."

Outros países

Desde 1994, a Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) reconhece o 5 de outubro como Dia Mundial dos Professores. Esta data é lembrada em muitos países.
Nos Estados Unidos, o Dia do Professor é comemorado na primeira terça-feira de maio. Boa parte dos países latino-americanos celebram a festividade em 11 de setembro, em memória da morte do pedagogo, jornalista e político Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888), ex-presidente da Argentina - data esta estabelecida na Conferência Interamericana sobre Educação realizada no Panamá em 1943.
Escrito por Edison Veiga

👍 Proponho que sejamos professores de espantos...


Proponho que sejamos 
professores de espantos

Proponho que sejamos professores de espantos – Eu estou pensando há muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de matemática, de história, de geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não ensinar coisas porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.

Para mim esse é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu tava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora.  A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela tava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:

-“O que é isso?”
– “isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.

-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.

Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino, quando o professor fala provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Eu vou lá não é porque o professor mandou. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo.

Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

TEXTO DE: Rubem Alves

👍 Tudo vai passar...


TUDO VAI PASSAR

"Eles vão crescer e dispensar nosso colo.
Vai chegar a fase em que os amigos serão mais importantes que os pais.
Que nossas demonstrações de afeto serão consideradas um grande mico.
Que em vez de torcemos para que eles durmam, torceremos pra que cheguem logo em casa.
Que não se interessarão pelos velhos brinquedos.
Que o alvoroço na hora do almoço, dará lugar a calmaria.
Que os programas em família serão menos atrativos que o churrasco com a turma.
Que dirão coisas tão maduras que nosso coração irá se apertar. Que começaremos a rezar com muito mais freqüência.
Que morreremos de saudade de nossos bebês crescidos.
Por isso, viva o agora. Releve as birras. Conte até 10. Faça cócegas. Conte histórias. Dê abraços de urso. Deite ao lado deles na cama. Abrace-os quando tiverem medo. Beije os machucados. Solte pipa. Brinque de boneca. Faça gols. Comemorem. Divirtam-se. Acorde cedo aos domingos pra aproveitar mais o dia. Rezem juntos. Estimule-os a cultivar amizades. Faça bolos. Carregue-os no colo.
Faça com que saibam o quanto são amados.
Passem o máximo de tempo juntos.
Assim quando eles decidirem partir para seus próprios voos, você ainda terá tudo isso guardado no coração."

Cinthia Moralles

👍 Tudo é culpa da escola...


Tudo é culpa da escola

A criança chega na escola sem tomar banho, com a roupa suja e cheiro forte, os demais alunos se afastam dele pelo cheiro, e a culpa é da escola.
A criança não come em casa, chega na escola e passa mal, e a culpa é da escola.
A criança não consegue falar, tem problemas de fono, e a culpa é da escola.
A criança não consegue lidar com a frustração, bate e xinga quando contrariado, e a culpa é da escola.
A criança não sabe ouvir não, corre o tempo todo, e quando cai, a culpa é da escola.
A criança ganha o material do governo, leva para casa e não traz nunca mais, ficando sem ter material para usar em sala de aula, e a culpa é da escola.
A criança se distrai brincando, esquece de ir ao banheiro, faz xixi na roupa e não tem outra peça para trocar, e a culpa é das escola.
A criança ganha uniforme, que é igual ao dos demais 700 alunos da escola, e a mãe não põe nome, ele perde, e a culpa é da escola.
A criança tem dificuldade de aprendizagem, os responsáveis nunca assinam os bilhetes, não aparecem em nenhuma reunião, e a culpa é da escola.
A criança leva o livro para fazer lição de casa, demora três meses para trazer de volta, e a culpa é da escola.
A criança vê a mãe gritando, apontando o dedo no rosto do professor, ela por sua vez faz a mesma coisa, afinal aprende com o exemplo, e a culpa é da escola.
A professora ficou doente, aliás professor se não me engano também é gente, e a culpa é da escola.
A escola depende de regras para contratar funcionários, e se vira com os que tem, mas a culpa é da escola.
A escola tem que tratar todos os alunos com direitos iguais, mas cada pai enxerga o seu como sendo o único e melhor do que qualquer outro, e a culpa é da escola.
A criança falta quase o ano todo, a escola toma as providências de encaminhar, e tem que correr para dar compensa de ausência, mesmo sem ter justificativa das faltas, e a culpa é da escola.
Os professores tiram dinheiro do bolso para investir em sua formação, são no mínimo 15 anos de estudo e constante aperfeiçoamento, e são chamados de filhos ...   E a culpa é da escola
São 35 alunos em sala de aula, 5 horas por turma falando, explicando, resolvendo conflitos, ensinando, se preocupando, e no final do dia abre a porta  da sala, e da de cara com um pai de aluno gritando com ela, em frente aos demais alunos, ela tem que se manter calma, proteger os demais alunos, se proteger, e tentar entender o que está acontecendo, mas isso é culpa da escola.
Se tudo acontece na escola, tudo a escola tem que resolver, tudo a escola tem que responder. Então não precisa mais existir família. Façamos uma escola e deixemos as crianças lá, do nascimento até a fase adulta. Assim, a sociedade toda pode abrir mão de suas responsabilidades. Afinal tudo é culpa da escola.

Autor desconhecido

👍Dicas para relatórios


DICAS PARA RELATÓRIOS 
(Educação Infantil)

ÁREA SOCIAL E AFETIVA:
➢ Adaptou-­se com naturalidade. / Ainda não completou seu processo de adaptação;
➢ Ainda mostra-­se resistente ao atender algumas regras da escola;
➢ É assíduo e pontual;
➢ Ainda não respeita os pertences dos alunos;
➢ Aceita esperar sua vez;
➢ Distingue os diferentes momentos e situações dentro da escola, respeitando-­as; ➢ Participa das atividades em grupo demonstrado interesse e cooperação;
➢ Tem preferência por atividades individuais;
➢ Tem bom relacionamento com todos que convive;
➢ Relaciona­se progressivamente com mais crianças, com outros professores e com demais profissionais da escola;
➢ Apresenta­se seguro em suas ações (ainda não...);
➢ Demonstra ter imagem positiva de si, ampliando suas autoconfiança e identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, agindo de acordo com elas;
➢ Valoriza o diálogo como forma de lidar com os conflitos Demonstra iniciativa na resolução de pequenos problemas;
➢ Demonstra iniciativa na resolução de pequenos problemas;
➢ Mostra­-se interessado em enfrentar desafios;
➢ Expressa seus sentimentos com clareza;
➢ Preocupa­se em cuidar dos materiais de uso individual e coletivo;
➢ Ainda apresenta­se bastante inquieto o que impede de participar ativamente das atividades propostas;
➢ Mostra­se carinhoso, alegre, tímido;
➢ Às vezes mostra­se agressivo com alguns coleguinhas;
➢ Valoriza atitudes de preservação e manutenção dos espaços coletivos;
➢ Reconhece e utiliza hábitos sociais, valores e atitudes como preservação do convívio social, ética e saúde;
➢ Demonstra assiduidade e pontualidade; ➢ Mantém um padrão de comportamento e relacionamento convencional;
➢ Demonstra comportamento desejável em sala de aula;
➢ Tem iniciativa e interesse nas atividades propostas;
➢ Relaciona­se bem com colegas, professores e demais funcionários;
➢ Participa das atividades em grupo;
➢ Coopera com o grupo;
➢ Lidera as atividades em grupo;
➢ Partilha e empresta material de bom grado;
➢ Obedece as regras do grupo e da escola;
➢ Reconhece seus direitos e deveres;
➢ Escuta e tem atenção quando outros falam;
➢ Respeita a opinião dos outros;
➢ Cuida do material e do patrimônio escolar;
➢ Mantém a pasta organizada e os cadernos em ordem;
➢ É capaz de concluir as atividades propostas em tempo desejável;
➢ Respeita regras que orientam as dependências da escola;
➢ Expressa seus sentimentos com clareza, valorizando o outro como forma de
reconhecimento e amizade;
➢ É dedicado e caprichoso;
➢ É atencioso e disciplinado;
➢ É observador e curioso;
➢ Demonstra confiança e companheirismo;
➢ Conversa sobre seus medos, sonhos, fantasias demonstrando claramente seus
sentimentos muitas vezes ocultos;
➢ Mostra iniciativa, interesse e entusiasmo em enfrentar desafios;
➢ Sabe pedir desculpas e perdoar espontaneamente;
➢ Guarda mágoas;
➢ Supera conflitos;
➢ Concentra-­se nas tarefas propostas;
➢ É solidário com o colega;
➢ É resistente.
➢ É arredio;
➢ É inquieto;
➢ É egoísta;
➢ Demonstra agressividade;
➢ É ansioso;
➢ É inseguro;
➢ Demonstra timidez;
➢ É carinhoso com colegas e professora;
➢ Demonstra-­se alegre;
➢ Apresenta tristeza em determinados momentos;
➢ Estabelece vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças fortalecendo sua
auto­estima;
➢ Adaptou­-se a escola e a turma. Amplia consideravelmente seu círculo de relações
pessoais.Demonstra independência;
➢ Supera dificuldades sem ajuda;
➢ Demonstra iniciativa na resolução de pequenos conflitos;
➢ Enfrenta desafios com autonomia;
➢ Respeita a participação alheia;
➢ Tem bom relacionamento nas atividades em grupo;
➢ Apresenta organização e responsabilidade no jogos;
➢ Demonstra decisão e autonomia;
➢ Demonstra atenção, empenho e respeito no momento da fala do colega e do professor;
➢ Questiona a professora;
➢ Inicia as atividades logo que são propostas;
➢ Assume responsabilidade pelos seus atos. ➢ Aceita opiniões divergentes da sua;
➢ Pede ajuda quando precisa;
➢ É curioso em relação a novos conhecimentos;
➢ É desinibido para expressar suas opiniões;
➢ Espera sua vez de falar;
➢ Revela confiança em si próprio;
➢ Realiza as tarefas de casa com prontidão;
➢ Manifesta afeto e respeito mútuo com colegas e professora;
➢ Brinca expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades.


CONHECIMENTO DE MUNDO
MOVIMENTO:
➢ Apropria­-se progressivamente da imagem global do seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;
➢ Demonstra controlar o equilíbrio do corpo em diversas situações;
➢ É capaz de coordenar a sua ação com a dos companheiros quando o jogo requer;
➢ Explora diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força, velocidade, resistência e flexibilidade;
➢ Controla gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de
deslocamento;
➢ Participa com interesse de brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;
➢ Agrada­-lhe manipular objetos e brinquedos que permitem o aperfeiçoamento das suas
habilidades manuais;
➢ Identifica diferentes sensações táteis olfativas, gustativas e sonoras;
➢ Amarra os cordões dos sapatos, recorta com precisão, monta quebra-­cabeça com peças médias (grandes ou pequenas).


ARTES VISUAIS:
➢ Ouve e aprecia produções musicais;
➢ Brinca com a música imitando, inventando, criando e reproduzindo criações musicais;
➢ Utiliza­se da expressão musical e artística como forma de comunicação e interação com os outros, ampliando seu conhecimento de mundo;
➢ Interessa­-se pelas Artes, demonstrando admiração e gosto pelas produções da escola e pelas obras regionais (nacionais e internacionais);
➢ Percebe na escuta sentimentos e emoções subjacentes à produção musical;
➢ Cria textos e melodias, compondo pequenas canções para expressar­-se;
➢ Explora diversas linguagens visuais, conhecendo e utilizando diversos materiais para produzir trabalhos artísticos;
➢ Demonstra atitude de auto­confiança e respeito por sua produção artística e a dos colegas.


LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:
➢ Participa com interesse de atividades orais;
➢ Tem vocabulário diversificado e rico;
➢ Vem ampliando seu vocabulário gradativamente;
➢ Ainda não participa de atividades orais;
➢ Transmite recados;
➢ Dialoga com colegas e professor;
➢ Faz reconto de histórias;
➢ Fala parlendas e trava­línguas trabalhadas;
➢ Expressa­-se com frases corretas e acabadas;
➢ Expressa­-se com clareza;
➢ Ainda na demonstra compreender explicações que são dadas;
➢ Ainda não pronuncia alguns sons;
➢ Recita poemas;
➢ Utiliza expressões de cortesia;
➢ Aprecia o material de leitura selecionado, lendo de acordo com suas possibilidades;
➢ Participa com prazer das rodas de conversa;
➢ Argumenta suas ideias;
➢ Elabora e responde perguntas;
➢ Sabe dizer seu nome completo;
➢ Incorpora e recorda palavras facilmente;
➢ Usa a linguagem para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias, preferências, sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano;
➢ Elabora perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos dos quais participa;
➢ Relato de experiências vividas e narração de fatos em seqüência temporal e causal;
➢ Reconta histórias conhecidas com aproximação às características da história original;
➢ Conhece e reproduz jogos verbais como parlendas, trava­línguas, adivinhas, quadrinhas, poemas e canções;
➢ Veicula suas ideias articulando corretamente as palavras;
➢ Expõe oralmente suas ideias de forma lógica;
➢ Argumenta e defende suas ideias;
➢ Expressa-­se com fluência adequando sua fala a diferentes situações;
➢ Apropria­-se progressivamente de novas palavras ampliando seu vocabulário;
➢ Utiliza adequadamente as palavras entendendo os seus significados e empregando-­as corretamente;
➢ Compreende mensagens dirigidas ao grupo;
➢ Sabe dar recados;
➢ Ouve com atenção uma história, perguntas e diálogos;
➢ Descreve gravuras;
➢ Interpreta histórias;
➢ Reproduz oralmente um fato ocorrido;
➢ Usa recursos gestuais e faciais pertinentes ao comunicar­-se;
➢ Utiliza­-se de argumentos consistentes para defender seus pontos de vista;
➢ Participa de situações de comunicação oral manifestando sua opinião e ouvindo os outros;
➢ Narra histórias conhecidas e situações vividas.


ESCRITA:
➢ Distingue palavras de desenhos;
➢ Reconhece e escreve seu nome;
➢ Reconhece nomes dos colegas;
➢ Escreve nomes dos colegas;
➢ Identifica e escreve letras do alfabeto;
➢ Conhece e diferencia letras de números e símbolos;
➢ Reconhece a letra inicial e final dos nomes percebendo a posição da letras na palavra;
➢ Participa de situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita;
➢ Escreve seu nome em situações em que isso é necessário;
➢ Reconhece as ideias contidas em alguns símbolos usuais;
➢ Utiliza-­se do desenho para representação e o registro de suas ideias;
➢ Reconhece e utiliza o espaçamento convencional entre as palavras;
➢ Escreve obedecendo a direção esquerda/direita e de cima para baixo;
➢ Associa as letras do alfabeto à 1ª letra das palavras conhecidas;
➢ Compreende pequenos textos trabalhados e faz leitura correspondente;
➢ Mostra-­se cuidadoso no traçado das letras;
➢ Acompanha o registro feito no quadro pela professora;
➢ Elabora desenho dentro de um contexto;
➢ Faz leitura de imagens, rótulos, figuras e símbolos;
➢ Compreende que as palavras são formadas por letras e texto formado por palavras;
➢ Destaca uma determinada palavra dentro de um texto trabalhado;
➢ Completa frases de acordo com o texto;
➢ Reorganiza frases e palavras de textos trabalhados;
➢ Reestrutura e organiza ideias na reescrita de textos trabalhados;
➢ Identifica o número de letras das palavras.


NÍVEIS DE CONCEITUALIZAÇÃO DA ESCRITA:
➢ Ainda não faz a correspondência entre letras e os sons. Inventa desenhos garatujas e rabiscos para representas a escrita;
➢ Uso de letras muitas vezes do próprio nome ou misturam números e letras para
representar a escrita;
➢ Utiliza muitas letras para escrever o nome de coisas grandes e que coisas pequenas têm nomes pequenos;
➢ Escreve uma palavra utilizando uma variedade de letras, acredita que para escrever tem que variar as letras;
➢ Acredita que existe relação entre o que se fala e o que se escreve. Faz correspondência entre quantidade de sílabas e uma letra para cada sílaba sem valor sonoro, não se preocupa com a correspondência do som e letra;
➢ Utiliza uma letra para representar cada sílaba com valor sonoro. Às vezes só usa vogais, ou só consoantes, ou consoantes e vogais;
➢ Já escreve combinando consoante e vogais formando sílabas, mas as vezes não forma a sílaba completa usando só vogais ou só consoantes.


RACIOCÍNIO LÓGICO MATEMÁTICO:
➢ Utiliza contagem oral nas brincadeiras e em situações nas quais reconheça sua
necessidade;
➢ Identifica a posição de um objeto ou número numa série;
➢ Identifica números nos diferentes contextos em que se encontram;
➢ Identifica números maiores ou menores, ordenando-­os;
➢ Ordena números na seqüência ascendente;
➢ Identifica números que estão faltando numa série numérica;
➢ Reconhece o número que vem logo antes ou logo depois de um determinado número;
➢ Conta correspondendo um a um os nomes dos números aos objetos a serem contados;
➢ Lê números conhecidos de modo convencional;
➢ Usa números para registrar quantidades;
➢ Sabe ordenar quantidades e números;
➢ Identifica e nomeia formas e tamanhos;
➢ Identifica posição e se situa no espaço;
➢ Discrimina semelhanças e diferenças em objetos;
➢ Resolve situações problemáticas simples;
➢ Consegue organizar objetos de acordo com os atributos;
➢ Identifica e nomeia conceitos e cores;
➢ Reconhece os diversos significados e interpretações dos conceitos;
➢ Reconhece grandezas e suas medidas em diversas situações;
➢ Estabelece relações, compreende facilmente números de 0 a 9 e consegue associá-­los para completar um conjunto com a quantidade pedida;
➢ Organiza objetos na forma ascendente e descendente de acordo com os atributos,
tamanho, cor, forma, peso, etc.;
➢ Emprega corretamente o vocabulário matemático relacionado a conceitos diversos;
➢ Utiliza noções espaciais básicas para explicar direções;
➢ Resolve situações problemáticas;
➢ É capaz de dizer uma série numérica de ___ a ___, recitando os números em ordem;
➢ Identifica o maior entre dois números, o que vem logo antes e logo depois;
➢ Utiliza noções simples de cálculo metal como ferramenta para resolver problemas.


NATUREZA E SOCIEDADE:
➢ Manifesta opiniões próprias sobre acontecimentos, busca informações e confronta ideais;
➢ Participa com interesse de todas as atividades desenvolvidas envolvendo o tema estudado;

➢ Imagina soluções para os problemas apresentados;
➢ Participa de conversas formulando perguntas sobre o conteúdo trabalhado;
➢ Estabelece algumas relações entre o modo de vida característico de seus grupo social e de outros;
➢ Reconhece a importância da preservação das espécies para a qualidade da vida
humana;
➢ Reconhece e utiliza hábitos de higiene como preservação e prevenção de saúde;
➢ Identifica os fenômenos mais simples da natureza , suas causas e efeitos;
➢ Utiliza conceitos próprios relacionados ao corpo (partes,desenvolvimento, funções,
cuidados);
➢ Reconhece o meio ambiente como fator de sobrevivência dos seres;
➢ Tem consciência da preservação do meio ambiente;
➢ Age com educação ambiental;
➢ Identifica o espaço mais próximo e sabe se situar nele;
➢ Nomeia lugares e pessoas conhecidas;
➢ Identifica sua história de vida e dos seus familiares.


OBSERVAÇÕES:
➢ A agitação e ou dispersão tem afetado o desempenho do(a) aluno(a);
➢ Faz regularmente o para casa, completo e com capricho;
➢ Requer constante supervisão da professora;
➢ Suas faltas tem afetado o seu desempenho;
➢ Demora mais que o tempo previsto para realizar as atividades propostas.

👍Painel Junino Xilogravura